sábado, 13 de setembro de 2014

Remédios caseiros contra pulgas

Remédios caseiros contra pulgas


Remédios caseiros contra pulgas
Você tem pulgas em casa por causa do seu cachorro ou outro animal? Quer acabar com elas e não sabe como? Existem muitos produtos no mercado para eliminar as pulgas mas você também pode fazê-lo com remédios naturais. Neste artigo de umComo.com.br explicamos diferentes remédios caseiros contra as pulgas que ajudam a acabar com elas. Boa sorte!
  • A água e a luz como remédio caseiro contra as pulgas


    A água e a luz como remédio caseiro contra as pulgas
    Este remédio caseiro contra as pulgas é praticamente infalível mas requer bastante paciência. O que você deve fazer é pegar umrecipiente, enchê-lo de água e colocar nele um pouco de detergente para lavar louça. Mexa suavemente para evitar fazer muitas bolhas. Coloque o recipiente sob a luz de uma lâmpada acesa. Terá que fazer isso de noite durante vários dias. Quando levantar de manhã comprove quantas pulgas existem na água. Conforme passam os dias você vai ver que o número de pulgas vai diminuindo.
    Por que isso acontece?
    As pulgas se sentem atraídas pela luz, portanto ao ter a lâmpada acesa elas vão à ela sem perceber que vão pular em uma bacia, que é onde mais existe luz, e morrerão afogadas.
    O sabão nós usamos para que as pulgas não fiquem flutuando na água e afundem.
  • O suco de limão como remédio caseiro contra pulgas


    O suco de limão como remédio caseiro contra pulgas
    Quando for passar pano no chão de sua casa acrescente o suco de dois ou três limões na água e o produto que você usa normalmente. Esfregue o chão inteiro, ele ficará impregnado com o limão. O limão é um ótimo repelente de pulgas.
    Não use o limão sobre sua pele ou sobre a pele de seu animal de estimação.
  • O poejo como remédio caseiro contra pulgas


    O poejo como remédio caseiro contra pulgas
    Coloque um saquinho de poejo, também conhecido como hortelãzinho onde quiser eliminar as pulgas (nos lençóis, no sofá, etc.). As pulgas odeiam o cheiro produzido pelo poejo, por isso se afastarão do lugar onde tiver colocado os saquinhos de poejo.
  • Vinagre e lavanda como remédio caseiro contra pulgas


    Vinagre e lavanda como remédio caseiro contra pulgas
    Dilua um copo de vinagre e quarenta gotas delavanda em um litro de água. Passe essa mistura no chão da sua casa como se estivesse passando pano normalmente. Quando acabar espere secar tudo. Passe o aspirador de pó pelo chão e terá conseguido matar as pulgas.


Continuar lendo: http://casa.umcomo.com.br/articulo/remedios-caseiros-contra-pulgas-4845.html#ixzz3DD86jSxk

A IMPORTÂNCIA DA VACINAÇÃO

  A IMPORTÂNCIA DA VACINAÇÃO
          Quem  já  não ouviu falar que o seu animal de estimação deve ser vacinado?  Mas  será que as pessoas sabem quais são as vacinas e a sua importância?
          Há  alguns  anos  atrás tínhamos disponível no mercado a vacina Tríplice  para cães e a  Anti-rábica   para   cães   e gatos.  Os  tempos  mudaram  e  hoje  temos  para  os  cães  a    vacina  Polivalente  ( óctupla - V8 ),  a  vacina para Traqueobronquite e  a  Anti-rábica. Para os gatos temos a Quíntupla e a Anti-rábica.
          -A vacina V8 protege os cães contra as seguintes doenças:
          Cinomose;  Hepatite Infecciosa canina; Doença Respiratória causada por Adenovirus tipo 2; Coronavirose canina; Parainfluenza canina; Parvovirose canina; e infecções por Leptospira canina Leptospira icterohemorrhagiae.
          -A  vacina  para Traqueobronquite protege os cães contra Parainfluenza e Bordetelose.
          -A vacina Quíntupla ( VQ ) protege os gatos contra:
          Rinotraqueíte; Calicivirose; Panleucopenia; Clamidiose; e Leucemia felina.
          Podemos analisar  a  importância da vacinação nos animais de  estimação   através  de dois enfoques: o dos animais e o dos humanos.
          Os  animais  necessitam  das  vacinas  para  terem  uma vida longa e  saudável,   já que  as doenças  acima  citadas  se  encontram   disseminadas  em  nosso  país   e  são  de   fácil transmissão.  Um  filhote não vacinado conta com uma grande possibilidade de não atingir  a   idade  adulta, vítima de uma doença infecciosa. Já os adultos estão sujeitos a adoecerem a qualquer momento quando não vacinados.
          Os humanos  necessitam ser protegidos das doenças ditas zoonoses, aquelas doenças que são transmitidas do animal para o homem.  Dentre as zoonoses  podemos  destacar   a  Raiva  e  a  Leptospirose.  U m  animal  que  não  está  devidamente  imunizado  pode adquirir  uma zoonose    e transmiti-la para a família de seu proprietário.
          As  vacinas  devem  ser  aplicadas  de  acordo  com  um  cronograma  estipulado  pelo Médico Veterinário a partir dos  45  dias de idade do cão e  60 dias de idade dos gatos,  e devem ser repetidas anualmente.
          Existe  uma grande diferença entre vacinar  e aplicar vacina.  Aplicar  vacina é somente "espetar"  o   animal com  a  agulha  de  seringa  e  introduzir  o  líquido embaixo da pele, enquanto que vacinar  significa  proceder  de  maneira  tal, com  os  produtos biológicos adequados  ( vacinas de boa procedência ),   para que  se  tenha a certeza que o animal produzirá  anti-corpos e estará protegido contra as doenças infecciosas.
          A vacina é de responsabilidade única do Médico Veterinário, não podendo ser aplicada por  outra  pessoa, pois somente o Médico Veterinário está apto a examinar o  animal  e saber se este está livre de qualquer enfermidade que possa prejudicar a imunização.

quinta-feira, 11 de setembro de 2014

Como fazer um cachorro parar de comer seus próprios cobertores e sua cama


Como fazer um cachorro parar de comer seus próprios cobertores e sua cama


     
     

Como fazer um cachorro parar de comer seus próprios cobertores e sua cama
Existem cães que mastigam tudo                          




Cães podem ser destrutivos quando querem, e os resultados disso são frustrantes. Infelizmente, mesmo quando se deixa um cachorro destruidor em um cantinho com apenas a cama e os cobertores, o animal irá destruir suas próprias coisas. Deixá-lo mastigar seus pertences não é uma opção, já que a ingestão destes materiais pode ser danosa, além de ser um hábito caro a ser mantido. Felizmente, é possível ensinar o cão a parar de mastigar sua cama.

O que você precisa?

  • Dissuasor de mastigar
  • Brinquedos de mastigar

Instruções

  1. 1
    Dê a seu cão muitos brinquedos apropriados para mastigar. Este é um passo chave para parar a mastigação destrutiva porque os cães têm um instinto natural de mastigar. Isso mantém a mandíbula e os dentes deles fortes. Também ajuda a limpar a boca, diminui o tédio e alivia a dor de crescimento de dentes em filhotes.
  2. 2
    Elogie e dê recompensas quando seu cão mastigar os brinquedos adequados. Além disso, quando você pegá-lo mastigando algo que ele não devia, tire o item do cachorro e substitua-o por algum brinquedo de mastigar apropriado. Estas ações o ajudarão a lembrar o que é aceitável e o que não é.
  3. 3
    Borrife os cobertores e a cama com dissuasor. Muitas empresas fazem sprays que você pode usar em coisas que não quer que seu cão mastigue. O dissuasor tem gosto ruim, mas não é danoso quando ingerido. Este irá ensinar seu cão a parar de mastigar suas roupas de cama, transformando a atividade em algo indesejável.
  4. 4
    Forneça opções de exercício e exploração para seu cão. Cães frequentemente mastigam por tédio, e se você parar a mastigação mas não o tédio, é provável que eles desenvolvam um outro hábito destrutivo. Leve seu cão para passear ao menos uma vez por dia egaranta que ele faça exercício e atividades suficientes para evitar o tédio e ainda queimar o excesso de energia.

quarta-feira, 10 de setembro de 2014

medo no cão

O Medo no Cão

Você alimenta o medo do seu cão. Entenda a psicologia por trás do medo e aprenda como prevenir uma fobia.
A fórmula do medo: 
Medo = Insegurança (baixa auto-estima) + Trauma (evento aversivo causado por agente externo).
Cães nascem mais dominantes ou mais submissos e os mais submissos tem uma predisposição maior à insegurança. Na natureza eles jamais desenvolvem uma fobia, pois o comportamento de medo é ignorado pela matilha, obrigando o cão assustado a seguir em frente. Os cães criados entre humanos têm o seu medo reforçado pelos donos e, ao invés de seguirem em frente, como na natureza, estagnam no quadro de medo e o intensificam desenvolvendo fobias.
Cão medroso é cão infeliz
Como reforçamos e intensificamos o medo de nosso cão?
O ser humano não só humaniza seus cães como também os infantiliza, consequentemente, usam a psicologia infantil para lidar com o medo do seu animal de estimação. Um bebê precisa se sentir protegido pela mãe quando tem medo, um cão precisa ser liderado com energia calma e firme quando tem medo. Uma cadela apenas dá ferramentas para que seu filhote cresça forte pra ganhar a vida tão logo seja possível, facilitando seu amadurecimento. A mãe humana tem por hábito, viver a vida do filho até este não suportar mais, dificultando o amadurecimento.
Reforçamos o medo com carícias e palavras de consolo quando o cão está neste estado. Ao contrário do que se possa imaginar, isso não funciona como alento ao animal e sim como uma recompensa por sentir medo. É como se disséssemos “Bom garoto, sinta mais medo!” e, este medo irá aumentar gradativamente até virar uma fobia incontrolável.
Um bom exemplo desse reforço de medo é a clínica veterinária. Quase todo cão mais submisso tem medo de clínicas, justamente por tentarmos acalmá-lo de maneira errada, muitas vezes incentivada pelos próprios veterinários, que embora sejam os maiores conhecedores de saúde animal, não aprendem psicologia canina na faculdade.
O que fazer com um cão inseguro?
Devemos ignorar o medo. Não olhar, não tocar e não falar com um cão nesse estado. Se fizermos isso desde o primeiro sinal de medo, raramente evoluirá. Se seu cão já desenvolveu o medo, tente antecipar o evento causador do trauma e, antes que os sintomas apareçam convide-o para uma atividade que ele goste (passeio, brincadeira, treinamento com petiscos, etc.), ele irá associar o evento, antes traumatizante, a uma atividade positiva e perderá o medo.
Essas dicas funcionam para cães que ainda não desenvolveram ou estão no nível 1 de medo. Se o cão está no nível 2 ou já desenvolveu uma fobia, é necessário consultar um profissional em comportamento canino, pois será preciso uma terapia comportamental o mais rápido possível, antes que o problema evolua ainda mais.


Leia mais: O Medo no Cão - Tudo Sobre Cachorros http://tudosobrecachorros.com.br/2011/04/o-medo-no-cao.html#ixzz3CyM02JnM

a hora do passeio

Como passamos a morar em lugares cada vez menores, e sempre cercados, poucos são os cães que têm o privilégio de ter onde correr e brincar sem restrição de espaço e tempo. Com isso, o passeio passou a ser uma necessidade fundamental para uma grande parte dos cães. Porém, este momento nem sempre é tão fácil e prazeroso como deveria ser. Muitos são os problemas que aparecem nesta hora: nem sempre o cão colabora; nem sempre ele se comporta; e em muitos casos o cão não quer nem sair de casa; ou mesmo, ao se sentir cansado o cão simplesmente pára no meio do caminho, e não há nada que o tire do lugar.
Esta estória deveria começar com o dono ensinado o JUNTO ao seu cão, porém os problemas, ás vezes, começam antes mesmo de sair de casa. Muitas vezes o dono não percebe que esta primeira saída pode ser muito assustadora para o filhote, e não é incomum que ele simplesmente se recuse a sair de casa. O que acontece nesse momento é que o filhote sai de um ambiente totalmente protegido e dominado para ser levado involuntariamente a um mundo completamente estranho, com pessoas desconhecidas, barulhos assustadores, cheiros desagradáveis e muitas vezes cães hostis. Você acha que eu exagerei? Nem tanto! Se este filhote for mais tímido ou mesmo medroso, e não sentir em seu dono uma liderança clara, esta saída pode se transformar numa experiência tremendamente traumática, dificultando ainda mais as saídas subseqüentes. Portanto, alguns cuidados iniciais são fundamentais:
  • O ideal seria você escolher um horário onde não haja muito trânsito nas ruas para que ele não se assuste com o barulho de motores e buzinas;
  • O começo da manhã, ou mesmo no meio da tarde são horários em que o sol não estará tão forte, e seu filhote não sentirá muito desconforto. A escuridão da noite também poderá assustá-lo, além de ser um horário em que ele costuma dormir, portanto também não é muito recomendada para as primeiras vezes.
  • Como os filhotes se cansam muito rapidamente, dê passeios curtos, e procure não andar rápido demais. Lembre-se, ele só está aprendendo!
  • Nos primeiros passeios procure fazer caminhos nos quais você não passe na frente de muitas casas com cães, pois estes costumam ser muito hostis com os cães que passam na frente de seus portões. SE você quiser começar a socializá-lo, leve-o em algum parque ou praça, e coloque-o junto a cães dóceis, que serão mais delicados com ele;
  • Da mesma forma procure evitar multidões. Seu filhote pode ficar assustado ao ter que cruzar muita gente.
  • Escolher os acessórios certos também é uma medida importante. Vamos começar pelo básico: coleira é o que fica em volta do pescoço do cão; guia é o complemento que você engata nela.
    Conheça alguns acessórios, saiba como escolhê-los, e veja as vantagens e desvantagens de cada um:
    • Coleira: Existem as de couro e as de tecido, ajustáveis ou com furos.  Aconselho que deixe seu cão com coleira 24 horas por dia.  Isso por que se você precisar segurar seu cão, por qualquer motivo, será muito mais fácil segurá-lo pela coleira do que se você tiver que segurá-lo agarrando seu pêlo.  Quando colocá-la deixe espaço apenas o suficiente para que sua mão passe entre ela e seu cão.  Não a deixe frouxa, pois seu cão pode escapar dela no meio da rua.
    • Enforcador: Pessoalmente eu acho a coleira mais aconselhável, pois na verdade você faz muito mais força do que se estivesse usando uma coleira de couro. Porém alguns donos de cães (de médio e grande porte) preferem-no por usarem a força do próprio cão para segurá-lo. Se você quiser usá-lo tome cuidado para que o coloque corretamente, do contrário você apenas irá machucar seu cão.  Fique de frente para seu cão, e forme um P com o enforcador, e ponha-o deste jeito na cabeça do cão.
    • Enforcador com Garras: Acho desaconselhável, pois machuca o cão e você continua tendo que fazer muita força para segurar o cão. A diferença é que o cão se acostuma com aquela dor no pescoço, e credita que aquilo faz parte do passeio.
    • Peitoral: É muito comum donos de cães pequenos acharem que estes devem usá-lo.  Há, no entanto, muitos inconvenientes neste acessório.  Alguns cães passam a andar de forma torta devido ao mal estar causado pelo peitoral.  E ainda, cães de pêlo longo costumam ter seus pêlos emaranhados pelo peitoral, fazendo com que tais pêlos tenham que ser cortados em função dos nós.
    • Gentle Leader:: Esta é a coleira ideal para cães muito fortes; cães cujos donos tenham dificuldades em segurá-los; e cães com problemas de comportamento.  Nesta coleira há uma tira de tecido que fica no focinho, exatamente onde a fêmea costuma morder quando quer dar broncas em seu filhote. Desta forma quando você dá uma leve puxada na guia, você pressiona o focinho do cão da mesma forma que a mãe dele fazia.  Ou seja, você usa com ele uma linguagem que ele já conhece.  Esta coleira é ideal para cães que tenham dificuldade para aceitar a liderança de seus donos.  Alguns proprietários de cão não gostam de sua aparência, pois parece uma focinheira, porém ela não é uma focinheira  inclusive permitindo ao cão comer estando com ela. Na aquisição desta coleira você tem, também, uma apostila onde se informa corretamente como colocá-la no cão, mesmo assim vou ensinar aqui a forma certa de colocá-la: coloque primeiro a parte do focinho, tomando cuidado para que não fique apertada demais, nem larga o suficiente a ponto de seu cão conseguir tirá-la. Em seguida coloque-a no pescoço, de forma que a argolinha fique pra baixo.
    • Guia: Não use guias muito curtas, nem guias com amortecedores, com tecido elástico, ou mesmo guias retráteis.  Essas guias fazem com que o cão acostume-se a puxar. Use uma guia longa, e de tecido maleável de forma que se seu cão estiver ao seu lado ela fique solta, e não esticada.
O passeio deve ser prazeroso tanto para ele quanto para você.  Portanto, nunca é demais ler a matéria do JUNTO para ver como ensiná-lo a andar do seu lado de forma confortável para os dois. Ele deve saber acompanhar a sua velocidade, sem te puxar ou querer apressar o passeio. Quem determina a velocidade do passeio é você, porém preste sempre atenção para ver se a sua velocidade está adequada às possibilidades de seu cão.  Se ele tem pernas curtas jamais conseguirá andar muito rapidamente, e o passeio será um tormento para ele.
Outros Cuidados Importantes:
  • Nunca se esqueça de ter um saquinho plástico sempre à mão, para recolher o cocô que seu cão pode vir a fazer na rua.  Calçada não é banheiro de cachorro, e as demais pessoas do seu bairro têm o direito de caminhar numa calçada livre de cocôs!
  • Se o tempo estiver muito seco, ou muito quente, é provável que seu cão tenha sede durante o passeio, portanto levar um pouco de água para ele não será má idéia, como também uma cumbuquinha para que ele tenha onde beber água;
Problemas comuns durante o passeio:
Não consigo colocar a coleira no meu cão
Alguns cães ficam tão agitados quando percebem que vão passear que são incapazes de ficarem quietos para colocar a coleira. O que é preciso fazer neste caso é treinar o cão a ficar quieto. SE seu cão fica agitado só de ver a coleira em sua mão, espere até que ele se acalme para se aproximar dele.  Quando ele estiver calmo, chegue perto dele para colocar a coleira.  Nesse momento muitos começam a ficar agitados. Então imediatamente você deve simplesmente se afastar dele, e se possível até virar de costas. Não tente segurar o cão, nem mesmo brigar com ele. A idéia é que ele entenda que o que está fazendo com que você se afaste é a agitação dele. Portanto, logo que ele começar a se mexer você já deve se afastar.  Quando ele se acalmar novamente, faça outra tentativa. Logicamente se ele está acostumado a pular nesta hora, ele irá repetir o comportamento, e você também deverá repetir a sua reação:  simplesmente afaste-se dele como se tivesse desistido.  Certamente ele virá atrás de você, pois ele adora passear.  Então faça tudo de novo falando calmamente com ele, de forma que ele fique calmo.  Não tenha pressa!  Se forem necessárias várias tentativas, faça!  O importante é que ele aprenda.  Pode ser que nas primeiras vezes ele não fique completamente estático, mesmo assim ao conseguir colocar a coleira você deve elogiá-lo, e até dar um petisco.  É possível, e até provável, que você passe por esta cena alguns dias, mas o importante é você não perder de vista o objetivo de ensiná-lo a ficar quieto.
O cão morde a guia
Alguns cães fazem isso por quererem mandar no passeio, outros por puro hábito.  De um jeito, ou de outro, este comportamento pode ser evitado simplesmente dando um tranco na guia, tirando-a da boca dele,  e diga “NÃO!”.  Como qualquer outro comportamento, ele não irá acabar de uma hora para a outra, então é fundamental que você dê o tranco sempre que ele mordê-la, ou mesmo que tente mordê-la!
O cão se joga no chão e não sai do lugarIsso acontece em duas situações:  ou o cão faz isso antes mesmo do passeio começar; ou ele faz isso no meio do passeio. De uma forma ou de outra, o cão faz isso para comandar o passeio, e nas duas situações o que o dono deve fazer é continuar andando, forçando-o a se mexer.  Ao fazer isso, o dono mostra claramente a seu cão que é ele – dono – quem decide quando o passeio se inicia e quando termina.
Existe, no entanto, uma grande diferença no que impulsiona o cão a se recusar a andar em cada caso:  o cão que se recusa a sair de casa normalmente é um cão que tem medo do passeio e não sente segurança em seu dono. A recusa do passeio é só um dos sintomas de uma liderança fraca do dono.  A curto prazo, continuar andando forçando o cão a se mexer resolve a questão, mas não elimina a origem do problema.  Esta só será sanada se o dono modificar sua relação com este cão.  O fundamental aqui é que este dono fortaleça sua liderança fazendo com que o cão se sinta seguro e protegido ao seu lado.  Este cão não quer passear porque tem medo!
O cão que para o passeio no meio não é um cão medroso, e sim um cão dominante.  Como ele (cão) está cansado, ele acredita quie o passeio deve acabar.  É claro que o dono sempre deve adequar a velocidade do passeio às possibilidades do cão, porém não são poucos os cães que param um passeio costumeiro em seu cotidiano, eliminando então a possibilidade do cansaço estar gerando este comportamento.  Neste caso fica claro que este cão está simplesmente medindo forças com seu dono, e isso não deve ser permitido!
O cão late/rosna/quer avançar em todos os cães(e/ou pessoas) que cruzamos na rua:
Este é o típico caso de um cão que, por não ter sido
socializado, e não está acostumado a ter contato com outros cães.  Com isso,  ele vê nesses cães da rua sempre uma situação potencialmente perigosa, por isso age agressivamente.  A solução aqui é trabalhar melhor esta socialização, colocando este cão em contato com outros cães de forma gradual e controlada.  O ideal aqui também é começara colocá-lo em contato com cães mais dóceis, para que ele gradativamente vá se acostumando com este contato.  Também não se pode esquecer que o papel do proprietário aqui também é fundamental! Se o proprietário fica tenso ao ver outro cão na rua, já prevendo o comportamento de seu cão, o cão entende com isso que tal contato é de fato perigoso.  O que só piora a situação.  O ideal é que este dono seja muito firme, e não permita este tipo de reação do cão.  Assim que o cão se mostrar mais aflito, este dono deve dar um tranco na guia e dizer NÃO!  Se este dono não tem uma liderança firme, ou ainda não consegue controlar seu cão por este ser muito forte, o ideal é usar a coleira Gentle Leader, que faz com que seja muito mais fácil lidar com este tipo de situação, sem que o dono precise fazer muita força ou mesmo gritar na rua.
O cão reagir agressivamente frente a outras pessoas também é uma ocorrência comum, mas muitas vezes encarada como menos indesejável pelos donos.  Isso ocorre pelo fato deste dono confundir este tipo de reação com valentia. Isso não é sinal de valentia, e sim der medo. A matéria sobre 
agressividade canina e a sobre Cães de Guarda explica mais detalhadamente a diferença entre as duas.
O cão puxa demais a guia/corre demais / anda muito devagar/ anda de um lado para o outro na calçadaEstes são comportamentos bastante comuns.  Muitas vezes o cão age assim por simplesmente não ter sido ensinado a andar de outro jeito; outras vezes, porém é uma simples questão de disputa de liderança: o cão acreditando ser o líder manda no passeio.
A solução aqui é uma questão deste dono ensinar o cão a anda JUNTO. Este comando se destina exatamente a ensinar ao cão como ele deve se comportar durante o passeio.  SE este cão, no entanto está sendo adestrado, ou já foi, e anda direitinho com o adestrador, a questão é um pouco mais trabalhosa e exigirá uma postura mais firme deste dono com relação à sua liderança sobre o cão.
Neste caso, é fundamental ler a matéria ‘Entendendo a lógica canina’ e verificar quais as situações em que este dono está reforçando a liderança do cão sem perceber.  Então,é preciso reformular a forma de lidar com este cão.
Um cão que não aceita seu dono como líder durante o passeio, também não irá obedecê-lo em outras ordens, e isso pode ser bastante complicado, e até perigoso.  Portanto este tipo de comportamento merece bastante atenção.
O cão cheira todos os postes, e adora comer porcaria pela rua
Ao cheirar os postes, o cão fica sabendo todas as informações dos cães que fizeram xixi e cocô lá.  Eu sei que pode parecer muito lúdico, mas isto pode transformar seu passeio num inferno.  SE o seu bairro tem muitos poste você poderá demorar 15 minutos para andar um único quarteirão.
O problema todo aqui é novamente a disputa da liderança!  O cão quer mandar na velocidade do passeio e para o tempo todo.  A solução:  continue andando, e não deixe que seu cão se aproxime do poste.  Se for preciso, encurte a guia, e quando seu cão ameaçar ir em direção ao poste dê um tranco na guia e diga “Não!”
A questão do comer bobagens pode ser bastante complicado.  Não são poucos os relatos de cães que comem chicletes, balas e outros doces pela rua que podem fazer muito mal ao organismo de seu cão.  Além disso nunca podemos nos esquecer que existem pessoas que detestam cães e que deixam comida envenenada pelas calçadas especificamente para que eles as comam.  Muitas vezes não dá nem tempo de perceber.  Portanto, não deixe seu cão fuçando a calçada. Além de desconfortável para você pode ser bastante perigoso.
Mais uma vez é uma questão de você impor a sua vontade!  Continue andando, não permitindo que ele pare, e se preciso encurte as guia.  SE você não permitir que este comportamento se torne um hábito, tudo será mais fácil. 
Cão vai atrás de todas as crianças e cães que vê pela ruaMais uma vez! Dê um tranco na guia, e puxe o cão para o seu lado. É importante lembrar que muitas crianças têm medo de cães e não percebem que esta aproximação é amistosa. E quando a criança não tem medo, muitas vezes o medroso é o pai. Portanto, aguarde sempre para ver qual a reação deles antes de deixar que seu cão se aproxime.  E neste caso, sempre tome o cuidado de não deixar que seu cão pule na criança! SE preciso segure a guia bem curta, ou mesmo pise na guia para impedi-lo de pular.
O cão não faz xixi e cocô durante o passeio
Ao fazer xixi e cocô na rua os cães deixam junto várias informações a seu respeito, que os demais cães percebem só pelo cheiro. Muitos cães não fazem xixi e cocô na rua por se sentirem muito vulneráveis. Normalmente estes cães não foram socializados, e têm medo de deixar seu cheiro lá. Se este cão ainda não se tornou adulto, ainda é possível resolver o caso. Se não, é muito pouco provável que o problema possa ser resolvido. Leia a matéria sobre 
Socialização de cães, na seção de dicas de criação, e comece a trabalhar melhor a socialização de seu cão. Mais uma vez temos aqui um cão que não sente segurança em seu líder!
Ele engasga com o enforcador (ou coleira)
Este é o cão esperto que percebeu que é só ele fingir que se sente sufocado, que seu dono deixa a guia mais solta, e o segue durante o passeio.  Pura cena!  SE este cão de fato não estivesse conseguindo respirar, como ele simula, ele simplesmente pararia de puxar!  Ele pode ter aquela carinha de anjo, mas burro ele não é!  NO momento em que ele perceber que você não dá bola para isso ele irá parar de fingir o engasgo!
Ele morre de medo de moto ou outro motor
Barulhos podem assustar muito os cães, e não foi à toa que coloquei nos cuidados preliminares que devemos evitar lugares muito barulhentos nos primeiros passeios.  SE seu cão simplesmente fica tenso ao ouvir um motor mais barulhento, um bom afago e uma conversinha suave pode ajudar muito.
O problema aparece quando este cão sai correndo em direção oposta ao barulho!  Este cão não só é muito medroso como também não confia no poder de discernimento de seu dono/líder.  O cão medroso que confia em seu líder sempre olha para ele (líder) ao se ver numa situação que lhe causa medo. SE este líder age normalmente o cão entende que a situação é segura, e se acalma.
O cão cujo dono não tem uma liderança clara não confia na decisão dele, e sai correndo tomando suas próprias decisões, na maiorias das vezes muito exageradas.  Este cão é capaz de correr para o meio da rua, sem se preocupar com outros carros, só para fugir de um barulho que o assusta.
Se este dono não reforçar sua liderança, seu cão jamais se sentirás seguro ao lado dele.  Além disso este dono pode fazer o seguinte exercício com o cão:
  • Vá a um local onde você saiba que passam muitos ônibus, caminhões e motos, mas onde o barulho não seja alto demais.  Leve muitos petiscos que seu cão gosta, espere até que esses veículos passem por lá, e dê um petisco para o cão sempre que você ouvir o barulho.  Como se o barulho do motor anunciasse a chegada do petisco.  Não demorará muito para ele associar o barulho ao petisco, e portanto deixará de ter tanto medo do barulho, passando a associá-lo a uma satisfação que virá.
Ele quer correr atrás de todas as motos que passam ao nosso lado
Isso é somente o instinto dele de caçador agindo!  Os cães costumam ter o ato reflexo de correr atrás de tudo o que passa em velocidade na sua frente, e em muitas situações quando o que ele persegue para repentinamente, ele também para.
Logicamente isso também pode ser uma reação agressiva a algo que o assusta.
De um jeito, ou de outro a solução é a mesma: dar o tranco na guia; dizer NÃO, e colocá-lo novamente ao seu lado.  Assim que ele se acalmar deve ser elogiado e acariciado.
Ele fica olhando o tempo inteiro para quem está atrás de mim na calçada
Isso é comum em cães de guarda, que gosta de ter sempre uma visão ampla do lugar onde estão.  Se o cão só olha, sem atrapalhar o passeio ou mostra qualquer reação à presença de estranhos, não há com que se preocupar.
SE, no entanto, o cão rosna ou não continua a andar, então é hora de seu dono se impor mais uma vez.  Este comportamento mostra mais uma vez um cão que não confia no discernimento de seu dono, e se coloca na posição do líder.  Quanto mais firma seu dono for melhor.  Continue andando, e repreenda o cão sempre que ele ameaçar rosnar, ou coisa no gênero.
  • Dica: mantenha o seu braço sempre colado ao corpo, e não espere que seu cão se afaste demais para dar o tranco na guia.  Segurar um cão com o braço esticado é muito mais difícil do que se ele estiver colado ao corpo.  A forma mais fácil de segurá-lo é forçando seu braço contra o corpo, como se você estivesse segurando algo debaixo do braço com os cotovelos dobrados. Não precisa fazer força o tempo todo, mais quanto mais atento você ficar às coisas que podem chamar a atenção de seu cão, mas rapidamente será a sua reação para segurá-lo e ele rapidamente perceberá que não é fácil disputar com você!
É muito comum que as pessoas acreditem que corrigir estes comportamentos citados acima é um ato tirano e que tira a espontaneidade do cão e seu divertimento durante o passeio.  Muito pelo contrário!  Deixar o cão fazer o que quer não faz de seu dono um líder legal, e sim um líder fraco!  Um líder fraco dificilmente consegue um cão equilibrado e seguro.  Ou ele é muito ansioso; ou muito dominante.  Raríssimos são os cães que têm temperamento para suportar um líder fraco, e não é à toa que vemos tantos cães hiperativos e mal-educados por aí. Quanto mais clara for a sua liderança, mais facilmente seu cão entenderá como deve se comportar.  Isso fará desta relação a mais prazerosa possível